Sentidos da Alma.

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delicadeza

“Num breve espaço de tempo, que parece infinito, sentimos o inexplicável………………. como se um Sol nos olhasse profundamente e sua luz em nossos olhos se tornassem palavras aquecendo nossa alma…….dizendo-nos….. “

– Não procure entender…..apenas sinta.”

Algumas músicas, alguns sons, as vezes em alguns lugares ou em alguns momentos de nossas vidas, sentimos bem no fundo da alma a dor de uma saudade gostosa, de um TEMPO de um LUGAR, de um estado de paz, harmonia e tranqüilidade em que já vivemos,mas não conseguimos explicar quando, nem onde, ou as razões?

Apenas sentimos essa saudade cortar nossas almas e nossos corações, e então nesta pequena e infinita fração do tempo, nossos olhos se perdem no infinito, em busca do Momento, da Sensação Vivida.

Temos uma vontade incontrolável de chorar de emoção dos sentimentos que ficaram nesse Tempo, a sensação é que nosso espírito corta o infinito na velocidade do pensamento, e permanece Lá, não mais que o tempo da passagem do próprio pensamento, e quando mais tentamos parar esse tempo, resgatar na memória, ou utilizarmos nossa razão para registramos conscientemente esse sentimento, mais longe, rápido e fugaz ele se torna em nossa percepção limitada dos sentido do corpo.

Percebemos que só podemos sentir com os Sentido da Alma, e jamais pensá-lo sobre Ele.

Intuitivamente sabemos também, mesmo sem compreender profundamente, que pertencemos a esse Tempo, a esse Lugar, e que um dia inevitavelmente para Lá voltaremos, quando menos esperarmos……então definitivamente encontraremos o que Lá deixamos…mas no instante final desta efêmera fração de tempo infinita, é que sentimos que parte do que deixamos Lá, sempre permaneceu em nós, sempre permaneceu unindo nossos corações, então entendemos sentindo verdadeiramente o que é o Amor.

Ricardo Dih Ribeiro

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